quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Introdução ao aparelho digestivo

Morfologia:
Estudo da forma, localização e constituição dos órgãos.

Fisiologia:

Estudo da função dos órgãos.

Fenómenos

Ingestão: É o acto de colocar os alimentos na boca.
Digestão: É o conjunto de processos fisícos e químicos que têm como objectivo a simplificação de macromoléculas em micromoléculas.
Absorção: É a passagem das micromoléculas para o meio interno.
Defecação: É a eliminação das substâncias não digeridas e tóxicas para o meio externo atraves das feses.

O aparelho digestivo divide-se em duas partes:

Tubo digestivo (boca, faringe, esófago, estomago, intestino delgado, intestino grosso, recto e ânus.

Órgãos anexos (língua, dentes, glândulas salivares, fígado e pâncreas)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bá, a batata viajante

Bá era uma batata muito empenhada no seu trabalho como advogada até que um dia, o seu irmão disse-lhe assim:
-Óh Bá, tu não te podes preocupar tanto com o teu trabalho!
Ao que Bá ficou a pensar que talvez o irmão tivesse razão, decidiu assim "fugir" por uns tempos, conhecer o mundo, sem destino, apenas com um monte de aventuras à sua frente.
E foi assim que Bá apanhou o 1º avião para a Noruega, onde desfrotou de uma massagem relaxante, para aliviar o stress, chamada Mastigação. Seguiu-se a visita às termas Norueguesas, onde Bá pode disfrutar de uma piscina termal chamada ensalivação. No fim do dia marcou a sua viagem para uma companhia aerea norueguesa, a deglutição, como estava muito vento houve muita turbulência, até que Bá chegou ao seu destino, Dinamarca, onde comprou um carro novo e foi lavá-lo na bomba "movimentos peristálticos" para que ficasse bem limpinho para a viagem para a Alemanha. Na Alemanha assistiu à banda tokio hotel ao vivo delirando com a sua musica favorita "suco gastrico" que envolvia os seus ouvidos. Na Itália, Bá realizou uma lipospiração, utilizando "Bilis", um método inovador que separava as gorduras em pequenos pedaços, no fim, volta a Portugal muito descontraída.

sábado, 13 de novembro de 2010

Revoluções alimentares e factores que influênciam a alimentação da população

Revolução alimentar: é uma mudança drástica no tipo de alimentação das populações.

Factores que influênciam a alimentação da população:

Sócio-culturais:
  • Guerras
  • Etnias/tribos
  • Religião

Económicos:

  • Riqueza/pobreza
  • Guerras
  • Economia

Geográficos:

  • Clima
  • Relevo
  • Localização geográfica
  • Isolamento geográfico

sábado, 16 de outubro de 2010

Teias e Cadeias alimentares

Cadeia: Sucessão de seres que se alimentam de outros e servem de alimento. A cadeia mostra a tranferencia de matéria e de energia entre estes organismos.

Teia: Conjunto de cadeias alimentares num ecossistema que se interligam.

Níveis tróficos: o nível trófico é a forma que cada ser obtem alimento num ecossistema. Existem:

  • Produtores: São os vegetais com clorofila, que atravez da fotossíntese, utilizam substâncias simples como a água e o dióxido de carbono para produzirem o seu próprio alimento. São seres autotróficos.
  • Consumidores primários: São os seres que comem os produtores (logo são herbívoros). São heterotróficos.
  • Consumidores secundários: Alimentam-se dos herbívoros, logo são carnívoros.
  • Consumidores treciários: Alimentam-se de carnívoros mais pequenos.
  • Decompositores:São microrganismos (bactérias e fungos) que decompõem a matéria orgânica, transformando-a em inorgânica. São importantes porque realizam a reciclagem da matéria, devolvendo os elementos químicos ao ambiente.

Fluxo da matéria e da energia:

Num ecossistema o fluxo de matéria mantêm-se constante ao longo da cadeia alimentar enquanto que o fluxo de energia diminui. Assim sendo, quanto maior for a cadeia alimentar, maior é a fragilidade do ecossistema.

9º anooo :D

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Propriedades minerais

Cor: É a cor aparente do mineral. Pode não corresponder à sua verdadeira cor.

Risca: É a verdadeira cor do mineral, corresponde à cor do mienral reduzido a pó.

Brilho: Pode ser baço, vitreo, nacarado, sedoso, gorduroso, metálico, adamantino.

Clivagem: É a propriedade que alguns minerais apresentam de ser poderem separar (partir) por superficies planas.

Dureza: Existem duas formas de medir a duresa dos minerais.
Escala prática de dureza
Unha: 2 a 2,5
Aço: 5
Vidro: 5,5
Quartzo: 7

Diafinidade: É s propriedade que os minerais têm de se deixarem atravessar ou não pela luz.
Opacos: não deixam passar luz.
Translucidos: deixa passar alguma luz.
Transparentes. Deixam passar toda a luz.

Densidade: É a relacção entre peso e volume. Pega-se em dois minerais mais ou menos do mesmo tamanho e vê-se qual é o mais pesado.

Rochas e minerais - Introdução

Rocha: Assossiação natural de um ou mais minerais.

Mineral: Assossiação natural de elementos quimicos, dispostos numa rede cristalina bem definida.

Minerais essenciais: São os minerais que caracterizam a rocha.

Minerais acessorio: São os minerais que podem, ou não, estar na rocha, como acessorios, tal como o nome indica.

Rochas sedimentares: são formadas a pressões e temperaturas baixas.

Rochas metamórficas: são formadas a pressões e temperaturas médias.

Rochas magmáticas: -Plotónicas: são formadas a pressões e temperaturas altas.
-Vulcânicas: são formadas a pressões baixas e temperaturas altas.

Tabela do aparecimento da vida na Terra


sábado, 26 de dezembro de 2009

Aparecimento da vida na Terra




Quando os primeiros seres vivos apareceram a atmosfera da terra era muito parecida à actual de Venus.
A atmosfera foi enriquecida de oxigénio pelos seres vivos que faziam a fotossintesse.
Os primeiros seres vivos foram os principais responsáveis pela mudança da atmosfera.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Processos de fossilização

Processo de fossilização geral:



O ser vivo morre.




O ser vivo é enterrado logo depois de morrer.



Formam-se novas camadas por cima do ser vivo ao longo de milhões de anos.

O ser vivo está ao abrigo de agentes decompositores e a parte mole já desapareceu dando origem ao petrolio.





Ocorre uma falha e o fossil do ser vivo é descoberto.




Incrustação: Ocorre quando substâncias trazidas pela água se infiltram no subsolo e revestem o ser vivo.


Recristalização: Ocorre quando se dá um rearranjo na estrutura cristalina de um animal.


Mumificação: Ocorre quando o ser vivo fica aprisionado em âmbar ou gelo e devido a estes concerva as suas partes moles dando-nos mais informações à cerca do ser vivo.


Moldagem: Resulta do preenchimento interno das partes duras ou da moldagem da parte externa das partes duras.


Carbonificação: Ocorre quando há perda de substâncias voláteis ficando uma pelicula de carbono.
Mineralização: Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos ou troncos.

Fosseis

Definição de fossil:

Resto, marca ou vestigio de seres vivos que ficam preservados nas rochas.

Paleontologia:

Ramo da geologia que estuda os fosseis.

Paleontologo:

Pessoa que estuda os fosseis.

O estudo dos fosseis é importante porque:
  • Nos indica a evoluição das espécies;
  • Para a economia (devido aos combustiveis fosseis);
  • Para sabermos a idades das rochas.
A fossilização resulta da acção de processos físicos, quimicos e biológicos. É muito díficil fossilizar.

Fosseis característicos:

É o conjunto de fosseis de idade e de fosseis fáceis.

Fosseis de idade:

São os fosseis que nos indicam a idade de um determinado ser vivo e da rocha. É necessário viver num curto espaço de tempo e de uma distribuição mundial.

Fosseis fáceis:

São fosseis que nos indicam o meio ambiente em que o ser vivo viveu.

Placas téctónicas e correntes de convecção

A Litosfera está dividia em várias placas (placas tectónicas), são elas que fazem com que o nosso planeta seja activo. Quando as placas deslizam pela astenosfera e chocam, formando cadeias montanhosas.

Correntes de convecção:

Foram as correntes de convecção que fizeram com que os continentes se movessem.
Foi a parte da deriva continental que Alfred Wegner não conseguiu descobrir.

Principais placas:

Do Pacifico
Da Antártida
Euro Asiática
Africana
Australiana
Norte Americana
Sul Americana

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Deriva Continental

O Cientista Alfred Wegner propos a teoria que dizia que há milhões de anos os continentes estavam todos juntos formando um super continente (pangea) rodeado de um super oceano (pantalassa).

As provas que ele apresentou foram:

- Os continentes pareciam encaixar-se;

- Haviam fosseis da mesma idade e da mesma espécie de animais que não podiam atravessar o oceano;

- As rochas eram exactamente iguais.

Mas não passava de uma teoria porque não havia técnologia para provar como é que os continentes se moveram. Só no fim do século XX descobriram o mecanismo que fez mover os continentes.


Definições:


Plataforma continental: É onde vivem a maior parte das espécies marinhas (90%). Faz parte da crosta continental, tem 150 metros de profundidade e é uma zona pouco inclinada.

Talude continental: Vai dos 150 metros até aos 4 Km de profundidade, é uma zona muito inclinada.

Planicie abissal: É 75% do oceâno, constitui 2/3 da costa oceânica e é uma zona plana.

Dorsal médio-oceanica: Grandes cadeias montanhosas localizadas a meio da crosta oceanica. Formadas pelo rift, a unica parte à superficie é a Islândia.

Rift: É um vale que está entre as dorsais e onde existe vulcanismo activo do tipo fissural.

Fossa oceânica: É o local entre a crosta oceânica e a crosta continental. Quando há um choque a crosta oceânica vai para baixo da continental formando a fossa oceânica. É responsável pela destruição da crosta oceânica.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dobras e Falhas


Dobras












A perção (que está aqui representada por setas) fazem a rocha (a plasticina) deformarem-se formando assim as dobras. Para as rochas não se partirem é necessário que a rocha esteja quente e que não seja brusca.

- Tipos de Dobras:


As dobras podem ser Anticlinais e Sinclinais.

A Chaneira é uma linha imaginária que divide a dobra em duas partes iguais, do lado esquerdo da chaneira fica o flanco esquerdo e do lado direito o flanco direito.




Definição de dobra: Deformações terrestres originadas por forças compreesivas lentas e a altas temperaturas.

Falhas

Tipos de falhas: As falhas normais são originadas por forças distencivas e as falhas inversas são formadas por forças coomprecivas. Ainda há o desligamento.

Formação da falha: Quando a rocha arrefece e há uma força brusca - violenta e rápida - a rocha parte passando a ser uma falha.

Dobra-Falha: As dobras falha começam por ser uma dobra, mas a perção continua a ser tão grande que a rocha acaba por partir, formando assim uma dobra falha.
Tipos de falhas

A primeira falha é uma falha normal

A segunda falha é uma falha inversa

E a terceira falha é um desligamento




O Horst é parte de cima da rocha da falha e o Graben é a parte de baixo da rocha da falha.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

Blog2

Continuo a adorar trabalhar no blog pelas mesmas razões. Acho mesmo muito divertido.
Adorei a matéria dos vulcões, apesar da minha favorita ter sido a parte das células (adorei mesmo). Bem, espero continuar a trabalhar no blog...
Agora estou é a tentar arranjar uuma maneira de pôr o quadro dos vulcões de alguma maneira, só não sei bem como ...
De alguma maneira vai ser.

Materiais vulcanicos

Liquidos:

lava fluida (pahoehoe), viscosa (AA), e muito viscosa.

Sólidos:

Piroclastos:Significa fragmentos de fogo, classificam relativamente ao seu tamanho em:
Cinzas - até 2mm
Areias - de 2mm a 5 mm
Lapilli - de 5 mm a 5 cm
Bombas vulcânicas - mais de 5 cm

Formam-se a partir da fragmentação da lava quando sai na cratera e quando embatem no cone já estão no estado sólido. Quanto mais gás contiver a lava mais pequenos são os fragmentos.

Obsidiana:Vidro vulcânico formado a partir do arrefecimento brusco da lava.

Brecha vulcânica:rocha formada a partir de fragmentos arrancados à chaminé vulcânica pela ascensão da lava. Constitui um óptimo método directo.

Pedra pomes:É uma rocha muito leve e resulta do arrefecimento da lava com muito gás. À superfície da lava forma-se uma espécie de espuma (gás contido), e a rocha solidifica, o gás vais saindo quando a rocha está a arrefecer, “esburacando-a”. É a única rocha que bóia.

Liquidos

lava fluida (pahoehoe ou encordoada), viscosa (AA ou escoriácea), e muito viscosa.

Estrutura do vulcão


Vulcanismo submarino

A lava dos vulcões submarinos é sempre viscosa por ter muito gás devido à água que tem em cima de si. Quando a água entra em contacto com a lava transforma-se em vapor de água que fica incorporado na lava.
As pillow lavas formam-se quando a lava entra em contacto com a água do mar e a parte de cima arrefece mas a lava interior continua liquida quente e escorre, no entanto esta arrefece a parte de cima e assim sucessivamente. À medida que a lava arrefece forma relevos que parecem almofadas por isso é que se chamam [pillow lavas].

Definições

Cone vulcânico: Relevo formado pelas várias erupções vulcânicas de onde resulta uma acumulação de produtos vulcânicos.
Câmara magmática: “bolsa” onde o magma é armazenado.
Chaminé vulcânica: estrutura cilíndrica por onde é transportado o magma desde a câmara magmática até à cratera.
Escoadas de lava: Camadas de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.
Cone vulcânico secundário: Relevo cónico do aparelho secundário.
Chaminé secundária: Estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal à cratera secundária.
Cratera secundária: Estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundária.

Introdução ao vulcanismo

Bem, vou agora começar a matéria dos vulcões, uma das minhas favoritas, até agora.
Neste “capítulo”, vou falar sobre a constituição do vulcão, dos materiais vulcânicos, do vulcanismo submarino, do vulcanismo atenuado entre outros. Espero que fique bem. ;)